O supermercado

Fazer compras no supermercado, conforme a região do Brasil, é conhecido por diferentes expressões:

– fazer o mercado, fazer o rancho, compras do mês, etc.

Muitas pessoas, ao mesmo tempo, frequentam o local; outras tantas trabalham para que você seja bem atendido e saia plenamente satisfeito.

Se você vai de carro ao mercado, especialmente em determinadas regiões da sua cidade, na chegada já percebe um amplo estacionamento. Caso vá de transporte coletivo, o ponto de parada sempre fica junto a um dos portões saída.

Na entrada você pega o carrinho e as portas envidraçadas e com sensores, se abrem dando as boas vindas ao salão de compras. O ambiente é climatizado e, por vezes tem até música ambiental de excelente gosto e deliberadamente estudada para estimular o consumo. Pega a sua lista de compras e passa a transferir os produtos depositados nas prateleiras para o seu carrinho, de acordo com a necessidade listada. Tem gente que não se prepara e tem por hábito passear em todos os corredores entre as prateleiras e gôndolas. Existem estudos que apontam desvantagens de um método sobre o outro. Ainda dizem que este ou aquele método pertence ao ser feminino e aquele ao masculino. Na gestão de um supermercado se estuda tudo e você não tem ideia da metade.

Assim, vamos falar um pouco sobre o quanto você percebe a multidão de trabalhadores que se encontra por detrás daquele ambiente limpo com tudo arrumado nos seus lugares e nunca faltando aquilo que é procurado. Talvez você já tenha percebido uma porta grande e protegida por uma cortina de material transparente (popularmente chamado de plástico). A figura abaixo mostra a passagem entre o armazém de depósito e o salão de compras.

Cortina-de-PVC-Cristal-Standard-009

fonte: http://www.icefex.com.br

Do seu lado tem uma multidão de clientes comprando e do outro, uma multidão talvez um pouco menor de pessoas trabalhando para facilitar a sua parte do processo de ir ao supermercado fazer as compras da semana. A porta materializa aquilo que chamo de linha de percepção do cliente, pois você percebe os caixas, as demonstradoras, o pessoal da padaria, do açougue e o repositor especialmente se o carrinho dele estiver trancando a sua passagem. Do outro lado, nem pensa na rede logística estabelecida para que um repositor ultrapasse a “porta de plástico” e recomplete a prateleira e ou a gôndola.

Curioso? Pois como é que eles sabem a hora de recompletar e que produto? Lembre, caro leitor, que já escrevi sobre circular produtos e informações. Então, de lá para cá vem a reposição e de cá para lá vai a informação. Mas isto é assunto para um novo texto.

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